Há 15 anos
quinta-feira, 17 de março de 2011
sábado, 25 de dezembro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Pocicast 06!

Eu sei, eu sei, já estamos no meio de fevereiro, mas só agora ficou pronto o nosso podcast de janeiro. O ano até começou óbvio (Beach House, Vampire Weekend, Spoon), mas já foi marcado pela volta espetacular de Kieran Hebden (Four Tet) ao formato LP e também pelo primeiro volume da nova série da Fabric, Elevator Music, repleto do que está sendo produzido de melhor em termos de bass music hoje - vai ser difícil aparecer uma compilação melhor que essa em 2010. Divirtam-se!
01. xxxy - Sing With Us (de Elevator Music Vol. 1)
02. Vampire Weekend - White Sky (de Contra)
03. Surfer Blood - Harmonix (de Astro Coast)
04. Gigi e Karl Blau - The Strolling Past the Old Graveyard (de Maintenant)
05. Beach House - 10 Mile Stereo (de Teen Dream)
06. Spoon - Nobody Gets Me But You (de Transference)
07. Mosca - Nike (de Square One EP)
08. Four Tet - Sing (de There Is Love In You)
09. Lindstrøm & Christabelle - Lovesick (de Real Life Is No Cool)
10. Pit Er Pat - Emperor of Charms (de The Flexible Entertainer)
11. Shining - Healter Skelter (de Blackjazz)
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
2010 é isso

É difícil acreditar que depois de 2009 alguém ainda possa dizer que o dubstep (?) é uma abstração (?). Se ano passado vimos o gênero nascido nos anos 2000 passar por mutações cada vez mais interessantes, hoje já não sabemos o que exatamente pode ser incluído nele. Certo é que estamos vivendo um momento sem precedentes recentes na música eletrônica, e aqui estão 5 dicas simples e diretas pra você ter uma idéia do que está acontecendo em 2010.
1. Fabric 50, mixado por Martyn.
2. Primeiro volume de Elevator Music, nova compilação da Fabric.
3. The State of Bass, mesa redonda organizada pelo Resident Advisor.
4. 10 produtores para ficar de olho em 2010, pela revista FACT.
5. Electronic Explorations 92, mixado por Untold.
domingo, 27 de dezembro de 2009
2009 em filmes

Os brasileiros que se interessam por cinema têm duas chances por ano de ver grande parte dos filmes mais relevantes da atualidade e poder vivenciar as discussões que estes geram mundo afora - os dois grandes festivais do segundo semestre. Se você não mora no Rio de Janeiro ou em São Paulo, quando parar pra pensar quais foram os melhores filmes que viu esse ano perceberá serem poucos os realmente produzidos em 2009. Confesso que não tenho idéia do que pesa na determinação da data de estréia de produções que não sejam adaptações de best-sellers, animações da Pixar ou novos capítulos de franquias milionárias, mas estou certo de que a demora pode determinar para o consumidor o que vai ser baixado da internet e o que vai ser visto na tela grande, além de gerar as anômalas listas de melhores do ano repletas de filmes de anos anteriores.
Sendo assim, faço duas listas:

1) Filmes essenciais produzidos em 2008 que não foram vistos a tempo de serem contemplados na recapitulação correspondente.
"35 rhums", de Claire Denis
"A Erva do Rato", de Júlio Bressane e Rosa Dias
"Gake no ue no Ponyo", de Hayao Miyazaki
"La mujer sin cabeza", de Lucrecia Martel
"Milk", de Gus Van Sant
"Two Lovers", de James Gray
"Vinyan", de Fabrice Du Welz

2) Filmes essenciais produzidos em 2009.
"Antichrist", de Lars von Trier
"Das weisse Band - Eine deutsche Kindergeschichte", de Michael Haneke
"Inglourious Basterds", de Quentin Tarantino
"Madeo", de Joon-ho Bong
"Politist, adj.", de Corneliu Porumboiu
"Ricky", de François Ozon
"The Box", de Richard Kelly
"The Limits of Control", de Jim Jarmusch
"Vincere", de Marco Bellocchio
"Where the Wild Things Are", de Spike Jonze
P.S.: Nada de Resnais em Curitiba. Ervas Daninhas, eleito filme do ano pela Cahiers du cinéma, vai ficar pra 2010.
Sendo assim, faço duas listas:

1) Filmes essenciais produzidos em 2008 que não foram vistos a tempo de serem contemplados na recapitulação correspondente.
"35 rhums", de Claire Denis
"A Erva do Rato", de Júlio Bressane e Rosa Dias
"Gake no ue no Ponyo", de Hayao Miyazaki
"La mujer sin cabeza", de Lucrecia Martel
"Milk", de Gus Van Sant
"Two Lovers", de James Gray
"Vinyan", de Fabrice Du Welz
-

2) Filmes essenciais produzidos em 2009.
"Antichrist", de Lars von Trier
"Das weisse Band - Eine deutsche Kindergeschichte", de Michael Haneke
"Inglourious Basterds", de Quentin Tarantino
"Madeo", de Joon-ho Bong
"Politist, adj.", de Corneliu Porumboiu
"Ricky", de François Ozon
"The Box", de Richard Kelly
"The Limits of Control", de Jim Jarmusch
"Vincere", de Marco Bellocchio
"Where the Wild Things Are", de Spike Jonze
P.S.: Nada de Resnais em Curitiba. Ervas Daninhas, eleito filme do ano pela Cahiers du cinéma, vai ficar pra 2010.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Ervas Daninhas
sábado, 19 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Dexter S04E12: The Getaway
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Pocicast 05!

Fim de ano chegando, pouca coisa sendo lançada e o Pocicast de novembro acabou ficando com apenas nove músicas. Por outro lado, foram tiradas de lançamentos imperdíveis e certamente proporcionarão ao ouvinte uma boa viagem. Esse é também o último podcast de novidades desse ano - o(s) próximo(s) serão retrospectivos - e também o mais maluco. Atenção na sequência inicial, Animal Collective, Four Tet e Untold, além de serem destaques do mês, estão entre os melhores do ano. Ouçam!
Músicas:
01. Animal Collective - What Would I Want? Sky (de Fall Be Kind EP)
02. Four Tet - Love Cry (de Love Cry 12")
03. Untold - No One Likes a Smart-arse (de Gonna Work Out Fine EP)
04. BEAK> - Pill (de BEAK>)
05. Blakroc - Why Can't I Forget Him (de Blakroc)
06. 2562 - Unbalance (de Unbalance)
07. Sisters of Transistors - Pendulum (de At the Ferranti Institute)
08. Ben Frost - Híbakúsja (de By the Throat)
09. Telepathe - In Your Line (DJ /Rupture & Matt Shadetek Remix) (de Solar Life Raft)
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Considerações sobre filmes recentes (4)

"Madeo" (Joon-ho Bong, 2009)
Do-joon tem 28 anos, é mentalmente limitado e mora com a mãe superprotetora, que consegue sobreviver e cuidar do filho prestando serviços de medicina alternativa a vizinhos e conhecidos. É um tipo de curandeira solitária que vive em razão do filho; uma personagem marginal que tem consciência do lugar que os cabe no mundo, por isso se esforça em evitar que Do-joon entre em choque com o ambiente em que vivem. Uma garota é assassinada, Do-joon é preso como principal suspeito, e então, sentindo-se desamparada pela justiça e pela sociedade, a mãe promove uma investigação independente para provar a suposta inocência do filho. Apesar do próprio Do-joon não estar tão incomodado com a prisão, ela sente a obrigação de fazer tudo para libertá-lo. O diretor Joon-ho Bong extremiza para falar de algo natural, essa ilimitada disposição materna de proteger a cria e mostrar suas qualidades ao mundo, e o momento de maior clareza nessa intenção é quando a mãe - um personagem sem nome, todas em uma -, depois de finalmente ter seu filho libertado, fica cara a cara com o novo culpado: um jovem rapaz que fugiu do hospício e parece ser tão inofensivo quanto indefeso. Ela chora, e me faz pensar que se já é difícil estar deslocado no mundo, imagine sem uma mãe.

"Moon" (Duncan Jones, 2009)
O 2001 de Kubrick parece distante. Máquinas rebeldes já são uma idéia longínqua e os dilemas éticos da ciência hoje dizem respeito à engenharia genética e à neurociência. Em seu primeiro longa, Duncan Jones se afasta da ação e das catástrofes que marcaram boa parte das produções do gênero sci-fi nos últimos anos (até o problema da energia na Terra já está resolvido) e promove uma breve reflexão sobre algumas questões que devem ser consideradas quando se trata de progresso tecnológico. Não tem nada de odisséia, mas se muitos andam dizendo que a ficção científica do ano é Distrito 9, certamente merece ser visto.
Do-joon tem 28 anos, é mentalmente limitado e mora com a mãe superprotetora, que consegue sobreviver e cuidar do filho prestando serviços de medicina alternativa a vizinhos e conhecidos. É um tipo de curandeira solitária que vive em razão do filho; uma personagem marginal que tem consciência do lugar que os cabe no mundo, por isso se esforça em evitar que Do-joon entre em choque com o ambiente em que vivem. Uma garota é assassinada, Do-joon é preso como principal suspeito, e então, sentindo-se desamparada pela justiça e pela sociedade, a mãe promove uma investigação independente para provar a suposta inocência do filho. Apesar do próprio Do-joon não estar tão incomodado com a prisão, ela sente a obrigação de fazer tudo para libertá-lo. O diretor Joon-ho Bong extremiza para falar de algo natural, essa ilimitada disposição materna de proteger a cria e mostrar suas qualidades ao mundo, e o momento de maior clareza nessa intenção é quando a mãe - um personagem sem nome, todas em uma -, depois de finalmente ter seu filho libertado, fica cara a cara com o novo culpado: um jovem rapaz que fugiu do hospício e parece ser tão inofensivo quanto indefeso. Ela chora, e me faz pensar que se já é difícil estar deslocado no mundo, imagine sem uma mãe.

"Moon" (Duncan Jones, 2009)
O 2001 de Kubrick parece distante. Máquinas rebeldes já são uma idéia longínqua e os dilemas éticos da ciência hoje dizem respeito à engenharia genética e à neurociência. Em seu primeiro longa, Duncan Jones se afasta da ação e das catástrofes que marcaram boa parte das produções do gênero sci-fi nos últimos anos (até o problema da energia na Terra já está resolvido) e promove uma breve reflexão sobre algumas questões que devem ser consideradas quando se trata de progresso tecnológico. Não tem nada de odisséia, mas se muitos andam dizendo que a ficção científica do ano é Distrito 9, certamente merece ser visto.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Dexter S04E09: Hungry Man
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Considerações sobre filmes recentes (3)

"Ricky" (François Ozon, 2009)
Ricky tem início com um conjunto de cenas clássicas. Somos apresentados à rotina da mãe solteira Katie e de sua filha Lisa, de sete anos; as duas encaram seus afazeres de maneiras distintas: enquanto a mãe é preguiçosa e sonhadora, a filha é preocupada e tenta ajudar no controle da situação; apesar disso, não há crise aparente, e sim um certo equilíbrio. Katie conhece Paco e os dois começam um relacionamento que se torna cada vez mais sério, até que ela engravida e tem mais um filho, o Ricky do título, que pouco depois revela-se uma criança "especial".
O mundo de Lisa entra em colapso, e tudo agora gira em torno de seu irmão. Notemos a distinção entre as duas camadas: o nascimento de Ricky toma proporções de milagre, mas a insatisfação de Lisa só cresce. A crise é causada pelo simples desejo de que tudo fique em seu devido lugar, Lisa não é infantil o bastante para ser vítima de ciúmes nem adulta o suficiente para aprender com os obstáculos, só quer de volta sua rotina. Ozon - ou o próprio Ricky, provando ser mais especial do que imaginamos - soluciona de maneira sublime esse conto, e os momentos de paz que seguem são nada menos que a razão de ser da obra.
O mundo de Lisa entra em colapso, e tudo agora gira em torno de seu irmão. Notemos a distinção entre as duas camadas: o nascimento de Ricky toma proporções de milagre, mas a insatisfação de Lisa só cresce. A crise é causada pelo simples desejo de que tudo fique em seu devido lugar, Lisa não é infantil o bastante para ser vítima de ciúmes nem adulta o suficiente para aprender com os obstáculos, só quer de volta sua rotina. Ozon - ou o próprio Ricky, provando ser mais especial do que imaginamos - soluciona de maneira sublime esse conto, e os momentos de paz que seguem são nada menos que a razão de ser da obra.


"Paranormal Activity" (Oren Peli, 2007)
Um grande golpe comercial que também é uma afronta às grandes obras-primas do terror. Além de não ter envolvido nenhum esforço mental na sua construção, também não exige nada de quem o assiste. Não há nada para se fruir aqui, a não ser que você queira refletir sobre como funciona o mercado cinematográfico hoje.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Pocicast 04!

Do twee ao folk, do noise ao funk, teve de tudo em outubro, mas nada me impressionou tanto quanto isso. Se você acha que a coisa mais psicodélica do ano foi o disco do Animal Collective, precisa ouvir Mountains of Ashes. Se gostar, pega o resto. Não esqueça que o Pocicast também pode ser baixado, clicando na seta à direita. Have fun!
Músicas:
01. Thao with the Get Down Stay Down - Easy (de Know Better Learn Faster)
02. The Clientele - I Wonder Who We Are (de Bonfires on the Heath)
03. Dead Man's Bones - In the Room Where You Sleep (de Dead Man's Bones)
04. Atlas Sound e Noah Lennox - Walkabout (de Logos)
05. Broadcast and the Focus Group - The Be Colony (de Broadcast and the Focus Group Investigate Witch Cults of the Radio Age)
06. Califone - 1928 (de All My Friends Are Funeral Singers)
07. Cesária Évora - Mam'bia é so mi (de Nha Sentimento)
08. The Mountain Goats - Psalms 40:2 (de The Life of the World to Come)
09. Chll Pll - Dick Moves (de Aggressively Humble)
10. The Flaming Lips - The Sparrow Looks Up at the Machine (de Embryonic)
11. Fuck Buttons - Rough Steez (de Tarot Sport)
12. Lightning Bolt - The Sublime Freak (de Earthly Delights)
13. No Age - Aim at the Airport (de Loosing Feeling EP)
14. Evangelista - Crack Teeth (de Prince of Truth)
15. Air - Night Hunter (de Love 2)
16. Matias Aguayo - Ritmo Tres (de Ay Ay Ay)
17. Neon Indian - Ephemeral Artery (de Psychic Chasms)
18. Hudson Mohawke - No One Could Ever (de Butter)
19. DâM-Funk - Hood Pass Intact (de Toeachizown)
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Considerações sobre filmes recentes (2)
[Enquanto o Pocicast 04 não fica pronto...]

"Antichrist" (Lars von Trier, 2009)
"Antichrist" (Lars von Trier, 2009)
A maior qualidade de Lars von Trier é a incoerência. Da trilogia Europa à televisão e à produção de filmes pornográficos, desta para a criação e breve contribuição ao Dogma95, depois um musical e então outra trilogia - que permanece inacabada -, a homogeneidade é uma característica que não consta em sua obra; a busca de um denominador comum talvez só mostre uma visão cruel sobre nossas relações com o meio, força propulsora de seu cinema e causa de sua frequente redução a mero provocador. Esse impulso também move Anticristo, sua mais recente produção, tão chocante quanto hipnotizante. Por trás de todos os "erros", da simbologia aparentemente aleatória às resoluções da trama, há uma crença no cinema como forma de expressão da espiritualidade ou, pelo menos, de um estado de espírito. Pensando assim, fica claro o porquê dele ter dedicado o filme a Tarkovsky.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Considerações sobre filmes recentes
"Inglourious Basterds" (Quentin Tarantino, 2009)
O primeiro capítulo de Bastardos Inglórios já marca uma revisão de conceitos (fórmulas?) da parte de Tarantino. Pela primeira vez podemos sentir emoções com um certo grau de profundidade, o que nos leva a pensar, de início, em amadurecimento. De fato, aqui há uma maior preocupação com a reflexividade, com os personagens e seus valores, e não apenas na construção de uma narrativa que dê conta das inúmeras referências que o autor queira incluir. Finalmente vemos personagens maiores que o próprio filme, e é devido a isso que suas ações atingem dimensões que - na fábula - podem redimir o cinema de anos de submissão a infâmias e caprichos vindos das organizações, da sociedade e dos próprios autores. Impossível não lembrar do garoto Florya, de Vá e Veja, atirando contra o retrato de Hitler e não sentir que finalmente a justiça foi feita. É literalmente a vingança do rosto gigante.


"District 9" (Neill Blomkamp, 2009)
Faz tempo que o cordeiro também aprendeu a vestir a pele do lobo. Distrito 9 não é nada além da evolução do filme-social-pega-gringo: que tal um elemento universal, algo que faça as pessoas refletirem sobre sua condição como seres humanos? Se há um comentário social ou algo a se aprender com filmes como esse, é que preferimos, lógico, um choque de valores confortável, que faça sentido e nos possibilite o retorno à "realidade" mais rapidamente. Iñárritu é prova viva. Sendo otimista, só resta a esperança de que em alguns anos esse se torne um dos principais exemplares do cinema trash da nossa época.

Em breve: Ricky, de François Ozon, e Anticristo, de Lars von Trier.
domingo, 4 de outubro de 2009
Pocicast 03!

Demorou! Setembro foi cheio de bons lançamentos, talvez por isso o Pocicast 03 tenha demorado tanto pra sair, mas aqui está minha compilação dos melhores momentos do mês que acabou dia desses, por mais que isso pareça sem lógica já que alguns desses discos apareceram "por aí" bem antes de serem lançados comercialmente. Para não perder o costume, entre os grandes lançamentos houve um que não pôde entrar na seleção, mas fica de brinde para quem se interessar.
Músicas:
01. Girls - Lust for Life (de Album)
02. Vivian Girls - Out for the Sun (de Everything Goes Wrong)
03. A Sunny Day in Glasgow - Failure (de Ashes Grammar)
04. Os Mutantes - Querida Querida (de Haih... or Amortecedor)
05. Yoko Ono Plastic Ono Band - Waiting for the D Train (de Between My Head and the Sky)
06. Monsters of Folk - Dear God (sincerely M.O.F.) (de Monsters of Folk)
07. Taken By Trees - Watch the Waves (de East of Eden)
08. Volcano Choir - Island, IS (de Unmap)
09. Yo La Tengo - By Two's (de Popular Songs)
10. Vowels - Drums Gone Awry (de The Pattern Prism)
11. Tyondai Braxton - Uffe's Workshop (de Central Market)
12. HEALTH - We Are Water (de Get Color)
13. Joakim - Fly Like An Apple (de Milky Ways)
14. Basement Jaxx - Scars (de Scars)
15. Fool's Gold - Nadine (de Fool's Gold)
16. Thom Yorke - Feeling Pulled Apart by Horses (de Feeling Pulled Apart by Horses 12'')
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
I_CWB

Hoje acontece em Curitiba a quinta edição da I_CWB, com Zombie Zombie e François Virot. Essa semana eles encaminharam uma mensagem com o e-flyer e algumas boas notícias, dá uma olhada:
A I_CWB
Em sua quinta edição, a I_CWB já trouxe a Curitiba grandes nomes da música contemporânea, como os norte-americanos Jon Spencer and Heavy Trash e Nathan Bell, o gaúcho Jupiter Maçã e o suéco Jens Lekman. Sucesso de público e crítica, o evento agora possui local próprio: o fantástico prédio da Casa Vermelha, uma antiga casa de ferragens situada bem no coração do centro histórico da cidade.
Outra novidade é a parceria com o Wonka Bar, vencedor do prêmio Veja de melhor música ao vivo. Agora, nas noites de I_CWB, o Wonka fecha as portas e se muda literalmente para dentro do evento. Para completar, será montada no jardim da Casa Vermelha uma versão ao ar livre do Café Mafalda, que irá oferecer seus já famosos drinks e petiscos.
A próxima edição acontece dia 10 de outubro e traz novamente ao Brasil os franceses do Rubin Steiner. Também é o primeiro aniversário do conceitual Salon de Coiffure Lolitas.
O calendário geral, praticamente fechado até maio de 2010, conta com nomes como Fugiya & Miyagi, The Walkmen, Au Revoir Simone, Coco Rosie, Gogol Bordello e Yann Tiersen.
Se tudo der certo, finalmente vou superar o trauma de não ter visto os Walkmen no MADA em 2004. Tragam-nos e tragam logo!
A I_CWB
Em sua quinta edição, a I_CWB já trouxe a Curitiba grandes nomes da música contemporânea, como os norte-americanos Jon Spencer and Heavy Trash e Nathan Bell, o gaúcho Jupiter Maçã e o suéco Jens Lekman. Sucesso de público e crítica, o evento agora possui local próprio: o fantástico prédio da Casa Vermelha, uma antiga casa de ferragens situada bem no coração do centro histórico da cidade.
Outra novidade é a parceria com o Wonka Bar, vencedor do prêmio Veja de melhor música ao vivo. Agora, nas noites de I_CWB, o Wonka fecha as portas e se muda literalmente para dentro do evento. Para completar, será montada no jardim da Casa Vermelha uma versão ao ar livre do Café Mafalda, que irá oferecer seus já famosos drinks e petiscos.
A próxima edição acontece dia 10 de outubro e traz novamente ao Brasil os franceses do Rubin Steiner. Também é o primeiro aniversário do conceitual Salon de Coiffure Lolitas.
O calendário geral, praticamente fechado até maio de 2010, conta com nomes como Fugiya & Miyagi, The Walkmen, Au Revoir Simone, Coco Rosie, Gogol Bordello e Yann Tiersen.
Se tudo der certo, finalmente vou superar o trauma de não ter visto os Walkmen no MADA em 2004. Tragam-nos e tragam logo!
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Dirty Projectors no Brasil!

De acordo com o blog do Goiânia Noise e com o Popload, uma das bandas mais celebradas do ano nos fará uma visita e se apresentará DUAS vezes, em Goiânia e em São Paulo. Depois do banho de água fria que foi a escalação do Planeta Terra, uma ótima notícia.
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