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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

sábado, 21 de março de 2009

"This will be on my videotape"


Thom Yorke meditando em Ipanema.


Até segunda!

Radiohead no Rio


Setlist:

01. 15 Step
02. Airbag
03. There There
04. All I Need
05. Karma Police
06. Nude
07. Weird Fishes/Arpeggi
08. The National Anthem
09. The Gloaming
10. Faust Arp
11. No Surprises
12. Jigsaw Falling Into Place
13. Idioteque
14. I Might Be Wrong
15. Street Spirit (Fade Out)
16. Bodysnatchers
17. How to Disappear Completely
18. Videotape
19. Paranoid Android
20. House of Cards
21. Just
22. Everything in its Right Place
23. You and Whose Army?
24. Reckoner
25. Creep

Outro ótimo setlist, mas apesar de I Might Be Wrong e How to Disappear Completely, não superou o da segunda apresentação na Cidade do México. Espero que siga a mesma lógica aqui no Brasil!

terça-feira, 17 de março de 2009

Radiohead no México, segundo dia


Certamente um dia inesquecível para quem estava no Foro Sol. Não é o meu caso. Fica a esperança por um setlist como este para a apresentação em São Paulo, devido ao grande número de momentos épicos: Talk Show Host, You And Whose Army?, Climbing Up the Walls, How To Disappear Completely, Dollars & Cents e Like Spinning Plates. Se continuarem variando tanto, não custa nada esperar por Morning Bell ou In Limbo por aqui.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Radiohead no México


Acabou há alguns minutos a primeira apresentação da turnê latino-americana do Radiohead. Um setlist com grande presença de músicas do In Rainbows, supresas boas (No Surprises, ironicamente) e ruins (apenas uma música do Amnesiac). Não reclamo do disco mais recente, mas poderiam ter tocado menos The Bends.
Setlist completo e quase perfeito aqui.
A foto acima - Thom Yorke no aeroporto da Cidade do México - foi retirada daqui.

domingo, 18 de janeiro de 2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Sobre rupturas


Chegamos no último ano da década que começou com Kid A e vai terminar com as primeiras apresentações do Radiohead no Brasil. A notícia de que teremos que aturar Los Hermanos (devo admitir, infelizmente, que já foi-se o tempo e a paciência - ainda mais depois do Little Joy) e Vanguart não interfere na euforia que se apodera de qualquer ser demasiado humano que tenha sido afetado de qualquer mínima maneira pelas rupturas propostas (e devidamente executadas) pela maior banda do mundo há dez anos.

E não há pontapé inicial melhor para o último ano antes de uma década novinha em folha do que Merriweather Post Pavillion, que mostra o próximo passo na evolução musical proposta pelo Animal Collective. Como o Radiohead do início dos anos 2000, é impossível dizer se eles fazem música pop, rock, folk ou música eletrônica, consequência do trânsito nos limites musicais "aceitáveis" pelo mercado atualmente. Consideremos nesta comparação uma escala bem menor, já que de dez anos pra cá a indústria e o consumo da música mudaram completamente (impossível não pensar nos ingleses novamente) e hoje projetos pequenos podem fazer muita diferença.

O Animal Collective nunca soou como uma "banda", mas há algum tempo vinha enquadrando sua sonoridade numa moldura pop e se diferenciando dos inúmeros que resolveram se aventurar por ela, o que culminou no eufórico Strawberry Jam. No sucessor deste impecável trabalho de dois anos atrás, o coletivo mostra a leveza e a liberdade de quem não precisa se esforçar para fazer algo que seja ao mesmo tempo ruptura e fidelidade, aliando a fase mais melódica em que se encontram com climas já explorados anteriormente. Ecos de Infant Dressing Table, Visiting Friends, Did You See the Words e Flesh Canoe podem ser ouvidos durante todo o disco, como se estas tivessem se transformado em inesquecíveis canções pop.

Poderia me abster de afirmar que existe sim uma evolução em tudo isso, mas meu conceito de evolução me permite relacionar esta idéia a qualquer expressão (seja ela artística, científica ou até mesmo religiosa) capaz de mudar a visão que acabamos construindo para tudo, e certamente é o que a música do Animal Collective tem feito, com a extrema originalidade que já rendeu rótulos novos e seguidores não tão interessantes.